Em Junho de 2007, publiquei no Público uma recensão do livro de Obama.
Não mudo uma linha do que escrevi, pois o homem tem sido coerente, nomeadamente ao nível da necessidade de apertar as cadeiras na mesa mundial a fim de permitir a entrada de novos membros no clube que manda. A relação transatlântica já não é sinónimo imediato de comunidade internacional.




