Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Clube das Repúblicas Mortas

Clube das Repúblicas Mortas

06
Dez11

Será que podem variar um bocadinho?

Henrique Raposo
As esquerdinhas têm um mecanismo de defesa engraçado: quando ficam encurraladas, dizem que x é Hitler reencarnado. Todas as discussões centrais do nosso tempo acabam, mais cedo ou mais tarde, com invocações de Hitler. Nas discussões de 2003, Bush era igual a Hitler. Nas discussões de 2011, Merkel é igual a Hitler. Será que não podem variar um bocadinho? Sei lá, Merkel é igual a Pol Pot (dois seres com a beleza semelhante), ou Sarkozy igual a Mao (dois "rodinhas baixas"). 
05
Dez11

A esquerdinha do sr. Khadadi (III)

Henrique Raposo
05
Dez11

A esquerda do sr. Khadafi (2)

Henrique Raposo
05
Dez11

A esquerda do sr. Khadafi

Henrique Raposo

 

Analisando a esquerda do sr. Khadafi (Held, Ziegler), lembrei-me de uma ideia de Paul Berman: os intelectuais de esquerda, que protegem ditadores, têm boa imprensa; os intelectuais de direita, que defendem ataques a ditadores, têm má imprensa. No meio da caça ao neocon, a LSE de Held acolheu dinheiro e o filho de Khadafi, e Ziegler inventou o "prémio Khadafi dos direitos humanos". Giro, ah?

05
Dez11

Não, caríssimos, não há excedente orçamental

Henrique Raposo

Ler aqui Pedro Pita Barros:

 

"É este o desafio que se coloca, saber usar bem estes “impostos futuros”, embora o início de discussão pouco augure de bom. Nesta linha, o pagamento de dívidas do Estado (que além do mais têm juros de mora) é bem mais relevante nesta perspectiva do que aliviar a tributação adicional de 2011 (o equivalente a meio subsídio de Natal). Contribui também para resolver uma das exigências do Memorando de Entendimento que tem sido mais difícil de cumprir, apesar de só de vez em quando chegar às luzes da ribalta: os atrasos nos pagamentos a fornecedores do Estado. E temo que só o regularizar das dívidas leve bem mais do que os 2000 milhões de euros".

 

É assim tão difícil perceber isto?

05
Dez11

Um livro para compreendermos Sarkozy (e Merkel)

Henrique Raposo

Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo - Um livro para compreendermos Sarkozy (e Merkel)

 

 

Coluna de hoje do Expresso online:

 

(...)

Ora, Sarkozy foi o primeiro Presidente francês a compreender esta realidade. As suas acções e discursos (desde 2007) mostram a percepção de um ponto essencial: neste novo mundo pós-europeu, liderado pelos mastodontes asiáticos e americanos, os pequenos estados europeus precisam de uma unidade federal. Neste novo mundo, até a França e a Alemanha são pequenas. Sozinhas, sem uma unidade federal, as nações europeias não passam de anãs. Portanto, este livro não devia ser lido apenas por Sarkozy (e Merkel). Também devia ser leitura de cabeceira de todos os líderes europeus. Todos, de Atenas a Estocolmo.



Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

  •  
  • Henrique Raposo:

  •  
  • Rui Ramos:

  •  
  • Notícias

  •  
  • Revistas

  •  
  • Blogs

  •  
  • Arquivo

    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2013
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2012
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2011
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2010
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2009
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D