Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011
O baú (5)
Os meus Faith, Afonso, andam mais por aqui.


por Henrique Raposo às 11:32 | link | partilhar

"O seu livro antecipou esta crise toda, pá"

 

Adoro o meu senhorio.



por Henrique Raposo às 11:16 | link | partilhar

Amante de Mme. de Staël & odiado em Portugal

Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo - Amante de Mme. de Staël & odiado em Portugal

 

 

Coluna de hoje do Expresso online:

 

(...)

 

O radicalismo português sempre encarou Palmela como uma espécie de "raposa" que queria negociar em vez de humilhar, ou como um "frouxo" sem convicções. Ao invés, as cortes europeias reconheceram Pedro de Sousa Holstein como um membro legítimo da elite da época. Afinal de contas, o homem era um emérito amante de Mme. de Staël e, acima de tudo, um institucionalista.

 

texto publicado no Atual de sábado passado





por Henrique Raposo às 09:39 | link | partilhar

Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011
Fundamental

 

A cultura política portuguesa (cheia de truques, golpes e revolucionária) em choque com a cultura liberal e institucionalista da Rainha Vitória.



por Henrique Raposo às 20:21 | link | partilhar

A pulsão revolucionária como motor da nossa história



por Henrique Raposo às 20:19 | link | partilhar

Preguinho Bom

 

Por Nuno Costa Santos

 

Os portugueses gostam de cervejarias. Este português gosta de cervejarias. As cervejarias, quando são boas, representam uma parte do melhor de Portugal: são acolhedoras e despretensiosas e lugares onde se pode beber uma bela de uma imperial, trincar um belo de um bifinho e picar um belo de um pratinho de camarão ao mesmo tempo que se tem - sem culpas ou complexos - uma bela de uma conversa em voz alta.

A Cervejaria da Esquina, propriedade do famoso Vítor Sobral, é uma dessas casas. Uma cervejaria, apesar do desenho moderno e arejado, praticamente igual às outras – até tem o clássico aquário com lagostas, que faz as delícias das crianças e o horror de alguns adultos – só que com uma particularidade que a eleva: um apuro gastronómico assinalável. E mastigável. Pelo menos a uma primeira garfada. Tudo o que se comeu aí, numa recente noite de quarta-feira, era de qualidade superior. Em vez de estar aqui com rodriguinhos narrativos o melhor é já ir directamente ao assunto. Foi lá que comi o melhor prego que alguma vez comi em dias de vida. Um prego de acém (4,90 euros) que não tem descrição – de tão tenro e saboroso que é. Troco, sim troco uma data de pratos gourmet com nomes estrangeiros por este – chamemos-lhe assim - galáctico preguinho. Sobral devia receber outra comenda só por causa disto.

O restante repasto também convenceu e muito – a começar por um creme de camarão, 3,60 euros, levezinho mas substancial no marisco, passando por umas excelentes amêijoas à Bulhão Pato, 17,50 euros, e terminando numa generosa açorda de pão alentejano, gema de ovo e coentros com camarão, 18 euros. Mas o prego, meus senhores, é que ficou para a História – a minha, pelo menos, - como o hit deste restaurante que merece uma revisitação para provar mais mariscada e outras carnes, acompanhadas de uma esquininha (desta vez escolhi um convincente copo de chef’s collection Vítor Sobral, Alentejo, 2009, a 4 euros). Das sobremesas a preferência foi para um bolo de chocolate, tépido no nome mas caloroso no gosto (4,50 euros), apesar de o Flan de Chá Verde da Gorreana, 3,50 euros, não se ter saído nada mal.

Sim, ao visitar esta esquina de Campo de Ourique, cheínha de convivas numa noite de quarta, percebe-se por que é que Vítor Sobral tratou de trocar a “alta cozinha” e os restaurantes armados por casas que se enchem alegremente de famílias e grupos de amigos. E por que é que abriu recentemente um restaurante do género em São Paulo. “Devo fazer parte de um pequeno grupo de portugueses que acreditam em Portugal”, disse numa entrevista recente ao jornal “i”. Que continue a acreditar por muitos anos. É deste tipo de mangas arregaçadas que o país precisa.

 

 

 



por Henrique Raposo às 19:32 | link | partilhar

A Guantánamo de Robert Redford

 

Coluna de hoje do Expresso online:

 

(...)

 

Como se tudo isto não fosse suficiente, Redford acaba por cometer um anacronismo histórico absurdo. Comparar a América acabada de sair da guerra civil com a América do pós-11 de Setembro não faz sentido. Sim, o 9/11 foi atroz, mas não se compara a uma guerra civil de 5 anos entre irmãos, na qual morreram centenas de milhares de pessoas. Neste contexto, os excessos da administração Lincoln são "compreensíveis". O mesmo não se pode dizer dos excessos da administração Bush.


(...)


por Henrique Raposo às 10:20 | link | partilhar

No Penn, please

 

"A Conspiradora" não foge à maldição Robert Redford: é mau filme. Mas esta senhora, Robin Wright, parte a loiça. Não precisa de muitos diálogos para encher o filme com o sua presença. Representa com o olhar, com o silêncio, com um franzir de testa. Não é pra todas.



por Henrique Raposo às 08:12 | link | partilhar

Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011
O baú (5)
Verões, final dos 90.


por Henrique Raposo às 18:15 | link | partilhar

O baú (4)


por Henrique Raposo às 18:09 | link | partilhar

O baú da secundária (3)


por Henrique Raposo às 17:42 | link | partilhar

Da série "frases do caraças"

"Havia três propostas. Uma de um grupo que se chama NEI mas podia chamar-se Ney Matogrosso: não se vendem licenças bancárias a quem não se conhece".

Pedro Santos Guerreiro



por Henrique Raposo às 14:36 | link | partilhar

Coisa do BPN (1)

1. Sócrates devia estar nas galés por causa da sua gestão do BPN.

 

2. Por que razão este novo governo não ouviu o Montepio? Por que razão negociou directamente com o senhor cavaquista que não gosta das ventoínhas da EDP? O Montepio não queria tudo? O BIC era o único que queria comprar tudo?

 

3. Passados três anos, continuo sem perceber: por que razão o ex-governo nacionalizou um banco marginal do nosso sistema bancário?



por Henrique Raposo às 14:24 | link | partilhar

O baú da secundária (2)
"Vá lá, Dulce, assim apertadinhos, sim?"


por Henrique Raposo às 13:03 | link | partilhar

Os preços dos transportantes e Lisboa

 

 

Coluna de hoje do Expresso online:

 

(...)

 

Durante anos e anos, os diversos governos protegeram a população da zona de Lisboa. Percebe-se porquê: o circulo eleitoral de Lisboa é o mais importante do país. Devido a essa protecção, as empresas de transportes que actuam na grande Lisboa (no grande Porto deve ser igual) cavaram um buraco financeiro gigantesco. Ano após ano, o país inteiro pagou esse buraco através das tais compensações indemnizatórias. Pessoas de Coimbra, de Aveiro, de Faro, que nunca usaram o Metro, pagaram o dito Metro com os seus impostos. Este esquema tinha que acabar um dia.


(...)


por Henrique Raposo às 10:00 | link | partilhar

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Henrique Raposo
Rui Ramos
Livros






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