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Clube das Repúblicas Mortas

Clube das Repúblicas Mortas

14
Dez10

Katy quem?

Henrique Raposo

Parece que umas alminhas consideram Katy Parry como o ser mais sexy do planeta.

 

Ora, venho por este meio repor a verdade dos factos:

 

 

Freida Pinto,

o resto é só fumaça.

14
Dez10

CDS e PSD

Henrique Raposo

1. Na questão laboral, o CDS e o PSD têm de ter a coragem para apresentar propostas claras de flexibilização. Não podem ficar calados. Têm de acabar com a ideia de que no "arco da governação" português não existem forças capazes de trazer para Portugal a flexi-segurança europeia. A flexi-segurança sugerida pela UE.

 

2. O CDS quer ser o quê?

14
Dez10

Cale-se, dr. Cavaco, cale-se!

Henrique Raposo

 

Texto de hoje do Expresso online

 

 

Dr. Cavaco, tenho uma estratégia supimpa para si: deixe Alegre enterrar-se sozinho. De cada vez que abre a boca, o bardo de Águeda perde votos. Faça um black out, dr. Cavaco. V. Exa. não precisa de falar.

 

I. O perfil dos candidatos parece-me essencial na actual corrida eleitoral. Nesta altura, as pessoas querem mesmo alguém que conheça os factos e os números concretos. Os números contam. Ao contrário do que reza o mito alegrista/soarista, os números não são a gramática do burocrata sem coração. Os números são, isso sim, a conversa da realidade. E realismo é o que tem faltado à política portuguesa. Neste ponto, Cavaco tem clara vantagem. Um dia, eu gostava de ver um jornalista fazer a seguinte pergunta a Manuel Alegre: "caríssimo bardo de Águeda, V. sabe qual é a diferença entre o défice e a dívida?". Mais: "V. Exa. sabe fazer uma conta de dividir com dois divisores?". Com Alegre em campanha, Cavaco não tem que abrir a boca.

 

II. De cada vez que tenta desvalorizar as contas e os números, Alegre perde votos. E, ainda por cima, ele faz isto com uma arrogância aristocrática que chega a ser cómica. Há dias, dizia qualquer coisa como isto: devíamos jogar os Lusíadas à cara dos mercados, a ver se eles aprendem a respeitar o peso da nossa história. Pois, pois. Alegre é a caricatura do lirismo irresponsável que nos conduziu até ao presente buraco. Com Alegre em campanha, Cavaco não tem que abrir a boca.

 

III. Como se isto já não fosse suficiente, Alegre tem uma bota-difícil-de-descalçar, a saber: Alegre precisa do apoio do PS, logo, não pode ser muito crítico em relação à política económica do PS, que é vista como a principal culpada pela crise. Se fizer um discurso anti-sistema, Alegre encostar-se-á ao BE e ao PCP, e isso afastará os socialistas. Ou seja, o bardo de Águeda está num beco sem saída.

 

IV. Moral da "estória": o dr. Cavaco não precisa de abrir a boca. Cale-se, dr. Cavaco.

13
Dez10

Cunhal está vivo

Henrique Raposo


 

1. "uma cedência aos agiotas, a Bruxelas, ao grande capital financeiro". Não, não é Cunhal em 1980. É Manuel Alegre em 2010.

 

2. Cunhal e Salazar eram as duas faces da mesma moeda: o velho Portugal. Alegre é o herdeiro desta linhagem política. Uma linhagem reaccionária. Não, Alegre não é reaccionário só porque não gosta de gays-a-adoptar-crianças. Aliás, não estou a falar disso. Estou a falar do verdadeiro sentido do reaccionário: a incapacidade para compreender a mudança, a incapacidade para aceitar a realidade.

13
Dez10

Presumível?

Henrique Raposo

O homem explodiu-se em Estocolmo, e é um "presumível bombista"? O acto está feito, mas continua a ser "presumível". O politicamente correcto é mesmo uma prisão.

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