Terça-feira, 28 de Setembro de 2010
A sério, quando é que prendem este indivíduo?



por Henrique Raposo às 16:51 | link | partilhar

O acordo: ok, fica lá com as deduções, mas corta violentamente na despesa

Silva Lopes defende cortes "violentos" na despesa.



por Henrique Raposo às 16:44 | link | partilhar

Aquilo que o amigo mexicano de Ferro Rodrigues não disse:


Se Portugal foi ousado nas medidas que tomou o que vai Gurría dizer de Espanha, que além de já ter cortado salários vai reduzir a despesa em 8% em 2011?

 

Camilo Lourenço



por Henrique Raposo às 13:36 | link | partilhar

Ferro Rodrigues está na OCDE. O mexicano que aí esteve ontem é camarada socialista, e trazia a lição bem estudada.

Bravo.



por Henrique Raposo às 09:41 | link | partilhar

Eu espero que o "Público" também goste da parte da flexibilidade laboral que está sempre em todos os relatórios da OCDE



por Henrique Raposo às 09:40 | link | partilhar

A incompetência de Sócrates e Teixeira dos Santos

(...)

II. Algures em Fevereiro deste ano (ver peça na SIC online), Sócrates disse que ia cortar na despesa e não aumentaria impostos. Ora, o que fez Sócrates desde essa declaração? Aumentou os impostos em Maio, e prepara-se para fazer um segundo aumento da carga fiscal. Cortar na despesa? Nem pensar. Isso deve ser "neoliberalismo". Por pura incompetência e por pura cobardia (cortar na despesa implica tocar em eleitores tradicionais do PS, e implica tocar nos boys do PS), o governo é incapaz de meter na ordem os ministérios, os institutos, as câmaras, as empresas públicas, etc. Quem é que paga este despesismo pornográfico dos boys e da função pública? Claro, o idiota do contribuinte. As idiotas das empresas já estão com a corda na garganta. As idiotas das pessoas que trabalham-mais-para-ganhar-mais, mas que nunca vêem a cor desse dinheiro extra, porque a máquina fiscal não deixa. "Para quê trabalhar mais?" é um desabafo que se ouve por aí.

(...)


Expresso online



por Henrique Raposo às 09:27 | link | partilhar

Ter memória (Janeiro)

1. Há muito que o país está a contas com uma crise tremenda. A economia não arranca. O Estado é pesado e está endividado. Mas, mesmo assim, José Sócrates nunca saiu do seu cantinho optimista. Em 2009, ano de eleições, Sócrates não teve a coragem para manter o cinto apertado. Com os olhos nas eleições, José Sócrates aumentou a função pública em 2,9%. Mais: em 2009, foram criados mais 25 mil vagas na função pública (o triplo de 2008) .

José Sócrates fez exactamente o contrário daquilo que a realidade exigia. Portugal devia ter mostrado um pouco de coragem "irlandesa". Devíamos ter reduzido o número de funcionários públicos e, no mínimo, devíamos ter congelado os salários da função pública. Mas, perante o cenário de crise, José Sócrates optou pelo caminho mais fácil: entrou no populismo eleitoralista, e afundou-nos mais um bocadinho. Obrigado, Dr. Sócrates.

daqui

 

2. Ler também este texto de André Macedo, de Novembro de 2009.



por Henrique Raposo às 09:14 | link | partilhar

Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010
Soares, Cavaco e Nobre

1. Ver a entrevista de Soares ao DN. Com aquele sorriso de quem não parte um prato, o patriarca do PS apoiou Cavaco e destruiu Alegre. Como seria de esperar.

 

2. Andou por aí a teoria de que Fernando Nobre era o candidato soarista às eleições presidenciais. Bom, até pode ser, mas o candidato de Soares é Cavaco.



por Henrique Raposo às 19:40 | link | partilhar

Salazar vestido de vermelho

PCP condena recomendações da OCDE que classifica como "ingerência externa"



por Henrique Raposo às 18:55 | link | partilhar

Série "não se pode extinguir uma das 14 mil bocas do OE?" (2)

Há dias, na TV, disse a brincar que temos de extinguir coisas como o Instituto do Azeite. Quando disse isto, estava no gozo. Mas, olha, o Instituto do Azeite existe mesmo. Ou, pelo menos, parece que existe. Já tentei ver se ainda existe ou se já foi extinto, mas não consigo ver na net.

 

PS: sou agora informado pelo Gabriel Silva de que a coisa foi extinta através do Decreto-Lei n.º 15/87, de 9 de Janeiro.



por Henrique Raposo às 15:11 | link | partilhar

Série "não se pode extinguir uma das 14 mil bocas do OE?" (1)

Para que serve o Observatório da Justiça?



por Henrique Raposo às 14:31 | link | partilhar

Ciganos, a França e a UE

Em segundo lugar, a maioria dos casos das expulsões deu-se com cidadãos romenos e búlgaros; ou seja, cidadãos da União Europeia. Por outras palavras, estamos perante um caso flagrante da violação da liberdade de circulação; um princípio fundamental da construção europeia. No dia em que deixar de ser sistematicamente respeitado, a União Europeia passará a ser a Europa do século XIX: as elites viajavam à vontade e os pobres e mendigos eram rejeitados e escorraçados.Por fim, não se pode permitir que um grande Estado-membro viole um princípio fundamental do direito comunitário e questione as competências exclusivas da Comissão quando lhe convém. Se isso passasse a acontecer por sistema, seria mais um regresso ao século XIX: os grandes fariam o que querem, os pequenos o que podem, e os direitos para nada serviriam. Seria, de novo, o triunfo do arbitrarismo e do despotismo na política europeia. Quem não entende este ponto elementar é porque vê a política como um domínio onde o poder se impõe ao estado de direito.

 

João Marques de Almeida



por Henrique Raposo às 12:12 | link | partilhar

Fundamental



por Henrique Raposo às 11:40 | link | partilhar

Rendas, casas, reabiliação

Este encontro organizado por Nicolau Santos é essencial.



por Henrique Raposo às 10:04 | link | partilhar

Corpo na UE, cabeça na CGTP

(...)

IV. O nosso debate em torno dos "direitos adquiridos" da função pública e em torno do código laboral é dominado pela linguagem da extrema-esquerda. Aliás, como se tem visto nos últimos meses, a questão laboral é sempre discutida dentro do quadro mental da CGTP. É assim, Portugal: uma entidade política encravada em mitos e tabus políticos. O mundo e a Europa estão, de facto, em 2010, mas a nossa cultura política está algures em 1980.


No Expresso online



por Henrique Raposo às 08:36 | link | partilhar

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