Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
Acima da besta

 

 

No meio desta música, há um diálogo de um filme que termina assim: "se existiu algum deus de luz e da bondade, esse deus desapareceu, e alguma coisa governa no seu lugar". Há 10 anos, isto não me dizia nada. Era só uma parte de uma música que adorava. Hoje, continuo a gostar da música, mas acrescento: mesmo que esse Deus da luz tenha desaparecido, temos de continuar a actuar como se essa luz existisse. 



por Henrique Raposo às 14:46 | link | partilhar

Mad Max meets Peter Pan

 

 

Continuo a achar que é um filme falhado, muito, muito longe da qualidade do primeiro e, sobretudo, do segundo da série. Mas, na última vez que vi, fiquei a pensar que não é tão mau como eu pensava. Para o final da saga, George Miller quis dar um sinal de esperança. E por isso cruzou Mad Max com Peter Pan. No ecrã, a coisa não flui. Mas no papel a ideia não seria má. E, acreditem, não é mau filme de Natal.

 



por Henrique Raposo às 13:56 | link | partilhar

Ler sff

Uma imprensa robusta e desinibida, Pedro Lomba

 

A armadilha diabólica, André Abrantes Amaral



por Henrique Raposo às 12:45 | link | partilhar

Um partido de velhos, mesmo quando esses velhos têm 20 anos

O PSD não precisa apenas de ideias novas. Precisa, acima de tudo, de gente nova. Já não há saco para os suspeitos do costume.

 

 



por Henrique Raposo às 12:25 | link | partilhar

Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
Ganda gang

 

 



por Henrique Raposo às 18:49 | link | partilhar

Música natalícia

 

 



por Henrique Raposo às 18:45 | link | partilhar

...

http://www.wired.com/images_blogs/underwire/2009/11/road_viggo_660.jpg



por Henrique Raposo às 18:35 | link | partilhar

"I don't do guilt"

 

O Nuno Gouveia tem toda a razão: "Galactica" é uma grande série. Uma grande saga, como escrevi aqui.



por Henrique Raposo às 15:15 | link | partilhar

Cuidado com os "Tolerantes"

Acham que são muito "tolerantes", mas depois celebram a agressão a Berlusconi e negam qualquer legitimidade intelectual a D. Manuel Clemente.



por Henrique Raposo às 15:01 | link | partilhar

É vender já o brinca na areia

 https://1.bp.blogspot.com/_BALpMCOY_xo/ShHIasw35PI/AAAAAAAAA4w/XjQ9NckNq5g/s400/urreta+benfica+slb.png



por Henrique Raposo às 15:00 | link | partilhar

Domingo, 20 de Dezembro de 2009
Somos ingovernáveis?

 

De onde vem esta mania de que só possível governar com maioria absoluta? Este livro ajuda a perceber o porquê desta mania portuguesa. Ver aqui no "A Tempo e a Desmodo" de hoje.

 

 



por Henrique Raposo às 12:41 | link | partilhar

Sábado, 19 de Dezembro de 2009
O verdadeiro hino

Meus amigos, a música "Movimento Perpétuo Associativo" é o nosso verdadeiro hino nacional.



por Henrique Raposo às 18:09 | link | partilhar

Não se pode criticar o primeiro-ministro

 

O livro "D. José" (Círculo de Leitores) é essencial para compreendermos o perfil político que Portugal ainda apresenta em 2010. A história é sempre melhor do que a ideologia na hora de analisarmos o país. Nuno Gonçalo Monteiro descreve aqui a forma como o 'valido' de D. José, um tal de marquês de Pombal, mudou para sempre a relação entre o Estado e a sociedade. Foi com Pombal que o Estado começou a colonizar a sociedade.

Foi com Pombal que a ideia de limitar o poder do 'primeiro-ministro' passou a ser ilegítima. Em 2010, ainda vivemos nesse equívoco institucional.



por Henrique Raposo às 17:30 | link | partilhar

A aliança entre "Estado" e "os senhores que têm o tlm do Estado"

Medeiros Ferreira e Francisco José Viegas a respeito desse grande avanço que seria um seguro obrigatório contra sismos.



por Henrique Raposo às 10:37 | link | partilhar

Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Eles viram o futuro

O PS decidiu tornar tudo ainda mais confuso. Durante meses, queixou-se de que a presidência da república pretendia condicionar a governação e lamentou que fosse demasiado íntima do PSD. E eis que vem agora pedir ao presidente que proteja o governo e que passe a orientar o PSD. Porque são esses os únicos sentidos que pode ter o seu bizarro “apelo” a Cavaco Silva.

 

Deseja o PS ter Cavaco Silva como líder supremo, ou usá-lo como intermediário de um Bloco Central informal? A maioria dos observadores preferiu acreditar que se trata apenas de mais uma habilidade para marcar pontos no concurso da vitimização pré-eleitoral. Se é isso, é canseira inútil. Há uma coisa que o PS já deveria ter percebido: o país nunca mais dará maiorias absolutas a estes chefes partidários. Mas talvez não seja isso. Mais provavelmente, é apenas o que parece: desorientação.

 

A classe política portuguesa viu o futuro esta semana, e estremeceu. O futuro, para Portugal, chama-se Grécia e Irlanda. Ainda lá não chegámos, mas vamos a caminho. Os nossos políticos, com o Estado que temos e a economia que o Estado nos deixa ter, já se estão a ver gregos e irlandeses, e sabem que lhes falta autoridade para sujeitar o país a mais um apertão. Esse é que é o problema da governabilidade em Portugal. Que só se há-de resolver noutro regime e com outras lideranças políticas.

 

Correio da Manhã 11.12.09



por Rui Ramos às 14:31 | link | partilhar

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