Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Chamem a Marta Crawford

O meu computador não aceita a palavra “tântrico”.

 



por Henrique Raposo às 22:23 | link | partilhar

Se parece ser um pato, se anda como um pato, se nada como um pato, e se, ainda por cima, faz "qua, qua", então deve ser um pato

 

Há aqui um padrão. João Miguel Tavares foi processado. Pedro Lomba saiu do Diário Económico sem uma palavra do seu director, um homem que se tem notabilizado pelo seu socratismo. O Jornal Nacional de Moura Guedes desapareceu. Agora, sabemos da existência da "publicidade selectiva".



por Henrique Raposo às 19:25 | link | partilhar

Explicações

Por que razão o PSD não exige a presença no parlamento das empresas públicas que fazem publicidade selectiva? Não o faz, por uma razão simples: muitas dos directores dessas empresas são do PSD. Esta asfixia rosa será, um dia, a asfixia laranja. A morte do regime é isto: dentro do próprio regime não existem forças capazes de renovar e refazer as coisas.

 

 

 



por Henrique Raposo às 18:42 | link | partilhar

Vamos a factos

Facto: Sócrates mentiu ao país no verão, quando disse que não sabia que a PT ia comprar a Media Capital. O Expresso deu logo essa notícia no verão. Ninguém desmentiu essa notícia.

 

Facto: sabe-se, agora, que empresas públicas retiraram publicidade a jornais que incomodavam Sócrates.

 

Pergunta: como é que Sócrates ainda pode estar no poder? O PS não faz nada? Os fundadores do regime acham isto bem?



por Henrique Raposo às 16:59 | link | partilhar

Demita-se, José

Pois, o levantamento já foi feito. A questão objectiva que salta à vista é só uma: Sócrates ainda tem condições para ser primeiro-ministro? Aquilo que ali está não é suficiente para demitir Sócrates? Se fosse outro qualquer - Durão ou Santana - já não tinha sido demitido?



por Henrique Raposo às 16:39 | link | partilhar

Da imprensa do regime

É uma pena que o Diário Económico ande nestes preparos. Ler aqui o Pedro Lomba.



por Henrique Raposo às 13:33 | link | partilhar

Soares, o pai não-fundador

 

 

A tradução de "The Federalist Papers" - livro central no pensamento político americano - foi um dos acontecimentos culturais dos últimos anos em Portugal. Esta excelente tradução - "O Federalista" (Edições Colibri) - é da responsabilidade de Viriato Soromenho Marques, um dos intelectuais portugueses mais sofisticados. Para refundar aquilo que fundou, o dr. Soares deveria ler Hamilton e Madison cinco vezes por dia.

 

 



por Henrique Raposo às 11:34 | link | partilhar

Terça-feira, 24 de Novembro de 2009
As escutas

Num tal estado de direito, as escutas seriam congeladas até que Sócrates deixasse de ser PM. Depois, sem essa impunidade política, toda a gente poderia saber o que está nas escutas... e metade do PS tinha de emigrar para o Burundi.



por Henrique Raposo às 18:59 | link | partilhar

Mr. Raposa

Acabo de receber um mail que começa assim: "Dear Mr. Raposa". Lindo.

 

 



por Henrique Raposo às 15:25 | link | partilhar

Chauvinismo socialista

 

Crónica do Expresso: "Soarismo Tardio".

 

[...] Perante o actual cenário, Soares - como salientou Medeiros Ferreira - só tinha duas opções: ou estava calado ou indicava um caminho institucional para a regeneração do regime. Soares não fez nem uma coisa nem outra, acabando por enveredar pelo pior dos caminhos: assumiu posições tribais, como se fosse um mero apparatchik socialista [...]

 

 



por Henrique Raposo às 10:58 | link | partilhar

Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Alegre falou de Rui Pereira?

Ah, pois, mas onde estava Alegre quando Rui Pereira saiu do TC e foi direitinho para o governo?



por Henrique Raposo às 23:18 | link | partilhar

Segunda Guerra do Paraguai

Aqui



por Henrique Raposo às 21:23 | link | partilhar

A menina dança?

 

 



por Henrique Raposo às 20:59 | link | partilhar

The Hitcher

 

Hoje, no Hollywood, passa um filme que eu adorava quando era puto: "Terror na Auto-Estrada" (1986), de um realizador que nunca mais fez nada de jeito. Vi o filme algures em 1989, num sábado à noite, na rtp 1, emparedado entre o meu pai e o meu avô. Ambos dormiam.  Era o tempo em que o cinema era respeitado na tv. Ficou uma boa memória do filme. Ou melhor: ficou boa memória daquela noite de sábado. Hoje, estou com medo de o rever. Se calhar, não vale um caracol. Entre uma boa memória e uma má reavaliação, prefiro ficar com a primeira.



por Henrique Raposo às 19:42 | link | partilhar

Uma geração lixada pelos "direitos adquiridos"
Ver aqui

 



por Henrique Raposo às 16:13 | link | partilhar

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Henrique Raposo
Rui Ramos
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