Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Ler sff

Uma fotografia ou um murro?,

Helena Matos



por Henrique Raposo às 11:11 | link | partilhar

Do moralismo apolítico da UE

Em Bruxelas, os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia declararam-se horrorizados pela perda de vidas civis inocentes, exortaram o Governo do Sri Lanka a fomentar uma solução política, incitaram ambas as partes a não cometerem barbaridades e respeitarem o direito humanitário, ameaçando-as com tribunais se o não fizessem.

Reconheceram medidas humanitárias já tomadas pelo Governo de Sri Lanka, mas disseram que eram precisas mais e lembraram que a luta contra o terrorismo deve ser travada no pleno respeito pelos Direitos Humanos. Condenaram certas práticas dos Tigres (por exemplo, usar civis como escudos) e apelaram a que agora se portem bem.

Não lhes ocorreu felicitarem um Governo democraticamente eleito pela sua vitória sobre uma organização terrorista. Margaret Thatcher, às vezes, faz muita falta.


José Cutileiro



por Henrique Raposo às 10:26 | link | partilhar

Vá, repita comigo: "eu devia demitir-me, mas Portugal não é o UK, por isso, vou ficar no cargo mais um bocadinho"



por Henrique Raposo às 01:42 | link | partilhar

Barroso

Barroso é odiado pelos ‘europeístas’ fanáticos, que, ao longo das últimas décadas, conceberam a Europa como a anti-América. Barroso recusa esta concepção de Europa, e defende um incremento das relações EUA-UE. Este dado é fundamental, pois vivemos uma época marcada por uma necessidade imperiosa: a refundação da relação transatlântica, no sentido de evitar que a América olhe – ainda mais – para o Oceano Pacífico e para as relações transpacíficas.



por Henrique Raposo às 01:01 | link | partilhar

Ler, sff

País faz de conta,

Adolfo Mesquita Nunes



por Henrique Raposo às 00:45 | link | partilhar

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009
Portugal dos Pequeninos em livro



por Henrique Raposo às 19:30 | link | partilhar

Da série "os portuenses do it better"

... Até a barbuda sereia marxista...

Paulo Tunhas



por Henrique Raposo às 17:10 | link | partilhar

Porto

Os taxistas do Porto são homens calados. Bravo. Lisboa devia importar taxistas do Porto. Já não há saco para o taxista-tagarela aqui da capital.

 

PS: posso estar enganado. Se calhar, apanhei os únicos taxistas-calados do Porto. Cinco não é grande amostra, mas já dá para criar a ilusão de uma cidade onde há silêncio dentro dos táxis.



por Henrique Raposo às 15:47 | link | partilhar

Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Um pormenor: 1989

 

 

[...] Na crónica 'Reminiscência de Berlim', Fonseca descreve o sentimento das pessoas que derrubaram o comunismo: os berlineses orientais queriam ser 'europeus', queriam o modo de vida ocidental. Ou seja, a maior movimentação popular da história recente foi uma adesão ao liberalismo [...]



por Henrique Raposo às 17:30 | link | partilhar

Depois de alguns desvios, de volta à ortodoxia

 

 



por Henrique Raposo às 09:52 | link | partilhar

Continuo na minha

[...] Numa sociedade livre, a Manuela Moura Guedes é a normalidade, e a Fátima Campos Ferreira a anormalidade [...]



por Henrique Raposo às 09:36 | link | partilhar

Refundar a Justiça (ou como meter o MP na ordem)

Crónica do Expresso:

 

[...] Os procuradores são os advogados do Estado, e, como tal, deveriam estar ligados ao poder democraticamente eleito, isto é, ao ministro da Justiça (MJ). Porém, no actual statu quo, os nossos procuradores respeitam apenas o seu sindicato, e desprezam o MJ. Os procuradores portugueses não são advogados do Estado. São, isso sim, fiéis escudeiros do seu sindicato. Esta impunidade corporativa do MP, que escapa à responsabilização democrática, tem de acabar [...]



por Henrique Raposo às 09:28 | link | partilhar

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Som do dia

 

 



por Henrique Raposo às 21:13 | link | partilhar

O virtuoso

 

1. 

... Às vezes, Marinho Pinto até tem colocado o dedo na ferida: a falta de independência da magistratura, as relações promíscuas entre os poderes económico e o político, a fragilidade das investigações judiciais, a incompetência das leis e a brandura com que se são tratados os poderosos.

No entanto, entre a acusação óbvia e a crítica documentada há uma enorme diferença: a diferença entre o demagogo e o líder consequente. Foi nisto que Marinho se transformou: num bastonário ruidoso, que perdeu a credibilidade e, com ela, a hipótese de ajudar o país....

 

André Macedo

 

2.

Este editoral de André Macedo resume bem a figura de Marinho Pinto. Ele tem muitas vezes razão, mas, ao comportar-se como um justiceiro-que-não-pára-calado-um-minuto, perde muitas vezes essa razão. Tem a típica atitude dos "virtuosos" que rapidamente acabam na categoria dos "chatos". Pinto tem um dos vícios dos agentes da justiça portuguesa: esquece que tem um cargo institucional e começa a opinar a torto e a direito, perdendo o rasto à sua função institucional.



por Henrique Raposo às 17:12 | link | partilhar

Gosto deste espanhol

O malefício das coisas gratuitas e a demagogia da esquerda, Miguel Ángel Belloso, no i



por Henrique Raposo às 16:51 | link | partilhar

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Henrique Raposo
Rui Ramos
Livros






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