
Comecei a ler este livro com um único objectivo: saber mais sobre um dos meus heróis literários, Nelson Rodrigues. Mas logo nas primeiras páginas percebi que iria ler o livro por causa de Ruy Castro. A escrita de Ruy Castro também é "plástica", "polémica" e "engraçada".
Imaginem ler Vasco Pulido Valente sobre Eça. A parte do "engraçada" seria substituída pela parte do "cáustica", mas é a melhor aproximação que se pode fazer.




