Não podemos permitir que estas eleições legislativas se transformem num referendo ao TGV. É preciso colocar coisas realmente estratégicas no mapa. Por exemplo, o alargamento da nossa área exclusiva ao longo do Atlântico (que está neste momento, se não estou em erro, a ser discutida na ONU; resulta da exploração do fundo do mar, etc., etc.). Ora, temos meios para explorar e patrulhar tudo aquilo? Temos as atenções focadas nas tecnologias ligadas ao mar? Temos a marinha como prioridade de investimento nas forças armadas?




