Quarta-feira, 10 de Julho de 2013
Carta a um jornalista político



Coluna de hoje do Expresso online


por Henrique Raposo às 08:16 | link | partilhar

Terça-feira, 9 de Julho de 2013
Gostava de ver Rui Rio no poder (mas não o quero para amigo)



Coluna de hoje do Expresso online


por Henrique Raposo às 08:01 | link | partilhar

Segunda-feira, 8 de Julho de 2013
Temos uma bomba política nas mãos (mas a Constituição diz que é uma flor)



Coluna de hoje do Expresso online


por Henrique Raposo às 08:17 | link | partilhar

Sábado, 6 de Julho de 2013
Vitória explica Passos e Portas





Crónica do Expresso desta semana


por Henrique Raposo às 08:01 | link | partilhar

Sexta-feira, 5 de Julho de 2013
Sócrates arruinou o país. Passos e Portas debilitaram o sistema partidário

 

 

Coluna de hoje do Expresso online



por Henrique Raposo às 09:02 | link | partilhar

Quinta-feira, 4 de Julho de 2013
Táxi? O CDS vai a caminho da Famel-Zundapp e o PSD do mini-bus

 

Coluna de hoje do Expresso online



por Henrique Raposo às 09:33 | link | partilhar

Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
Passos e Portas, dois fedelhos



Coluna de hoje do Expresso online


por Henrique Raposo às 11:45 | link | partilhar

Terça-feira, 2 de Julho de 2013
O tribunal constitucional é o ministério das finanças



Coluna de hoje do Expresso online


por Henrique Raposo às 08:36 | link | partilhar

Segunda-feira, 1 de Julho de 2013
O problema do "capitalismo" que a esquerda não quer discutir



Coluna do Expresso online de hoje


por Henrique Raposo às 09:26 | link | partilhar

Adam Smith queimaria esta malta

 

Excerto de ensaio publicado no Expresso (28 de Abril de 2012):

 

"(...) Antes de 2008, os tais modelos matemáticos diziam que uma crise de liquidez era virtualmente impossível. Resultado? A relação entre dinheiro-em-caixa e activos-financeiros-garantidos-por-dívida podia ser de 1 para 19. Foi o que aconteceu à Long-Term, empresa de dois prémios Nobel de Economia, Scholes e Merton. Esta empresa tinha 6,7 mil milhões em depósito, mas possuía 126 mil milhões em bens gerados na ficção financeira. Porquê? Porque os computadores diziam que uma crise de liquidez era uma impossibilidade até ao fim do universo. Problema? Estas fórmulas funcionavam com dados dos últimos cinco anos. Portanto, aquela absoluta certeza científica (repito: a crise do subprime era impossível até ao fim do universo) assentava num cálculo que apenas contemplava dados dos últimos cinco anos. Como é que um cientista pode ser tão irracional? Depois do caos de 2008, um dos geniozinhos da Long-Term disse o seguinte: “se eu tivesse vivido a crise de 1929, estaria em melhores condições para perceber os acontecimentos”. Os geeks sabem muito de matemática, mas nada de história. E o habitat da economia é a história, e não a matemática (...)"

 



por Henrique Raposo às 08:51 | link | partilhar

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