Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Quando matar a própria filha é uma coisa legítima aos olhos da tradição

aqui



por Henrique Raposo às 22:23 | link | partilhar

Quando a "mulher" passou a ser "pecado"



por Henrique Raposo às 21:53 | link | partilhar

É o chamado charme zarolho

 

"um conhecido erudito religioso saudita, o xeque Mohamed al-Hadban, entendeu bem esse problema e defendeu que as mulheres muçulmanas usassem um niqab que revelasse apenas um olho, de forma a não poderem excitar os homens pela forma olham".



por Henrique Raposo às 21:46 | link | partilhar

Quando a mulher não era sinónimo de pecado no "islão"



por Henrique Raposo às 21:43 | link | partilhar

Da série "sou um gajo profundamente influente"

Caro FMI, corta nas 4100 freguesias, sff



por Henrique Raposo às 20:07 | link | partilhar

da série "cenas que um gajo desconhecia"

Puxa, há uma espécie de sindicato das juntas de freguesia. ANAKRE, ou ANACRE, ou ANAFRE



por Henrique Raposo às 20:03 | link | partilhar

A nova rádio do banho

 

 

A nova Nostalgia, 90.4.



por Henrique Raposo às 11:42 | link | partilhar

Madeira independente? Não me faça rir, dr. Jardim

 

Coluna de hoje do Expresso online:

 

(...)

 

A autonomia da Madeira tem sido financiada pelos nossos impostos. A canalhada cubana é estúpida, mas lá vai pagando a governação do dr. Alberto. Nós damos 300 milhões num tal subsídio de insularidade à Madeira, e os madeirenses têm impostos baixíssimos. E agora o dr. Alberto vem dizer que quer ainda mais autonomia? Quer o quê? 500 milhões de subsídio de insularidade? Quer impostos ainda mais baixos? Quer que o nome de Portugal passe a ser "República Portuguesa do Contintente cubano e da gloriosa ilha da Madeira fundada pelo excelso dr. Jardim, o Bolívar do Funchal"?


(...)


por Henrique Raposo às 10:00 | link | partilhar

À atenção de Jaime Ramos

Mudanças necessárias (também) na cultura.



por Henrique Raposo às 09:15 | link | partilhar

Domingo, 25 de Setembro de 2011
Jacques "Bullshit" Derrida

 

"A filiação na tradição analítica é notória, ainda que o autor procure ser equânime. Neste último volume em especial, dá desque a alguns filósofos que não estima particularmente. Um deles é Derrida. Imputando-lhe a utilização de métodos como o do 'ramalhete' (excertos de textos fora de contexto 'atados' com uma tese provocadora) e o do 'paradoxo irrefutável' (tipo 'nada existe fora do texto'), Kenny descreve estratégias de atração: "como retórico dotado que é, Derrida mentém os seus leitores acordados introduzindo sexo e morte na narrativa".

 

Um velho amigo, Anthony Kenny, visto por Luís M. Faria - Atual de ontem.



por Henrique Raposo às 20:26 | link | partilhar

É a chamada berraria progressista

Uma dúvida cartesiana: os líderes do PS são obrigados a berrar pelos estatutos do partido?



por Henrique Raposo às 20:14 | link | partilhar

To be or not to be

 

Olival, secção "arte dramática".



por Henrique Raposo às 11:49 | link | partilhar

Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
Nico, Di Maria mas em bom



por Henrique Raposo às 23:31 | link | partilhar

As pessoas estão primeiro

PS vota contra projectos de combate ao enriquecimento ilícito



por Henrique Raposo às 18:56 | link | partilhar

Pobreza & ajuda

 

1. O que é irritante neste livro? Seis décadas de "ajuda" a África tiveram um efeito nulo, e Sachs não está nem aí para este facto. Como dizia um Presidente do Ruanda, "in the last 50 years, you've spent US$400 billion in aid to Africa. But what is there to show for it?"

 

2. Em 1960, e de forma geral, os países africanos eram mais ricos (ok, menos pobres) do que os países asiáticos. Ao longo de meio século, os africanos receberam toneladas de ajuda, e a sua situação piorou. Ao longo do mesmo meio século, os asiáticos subiram à primeira divisão mundial sem ajuda.

 

3. Os países africanos que recusaram o modelo da ajuda têm um desempenho económico superior (África do Sul, Bostwana).

 

4. Boa parte da "ajuda" acaba em sítios como o El Corte Inglés.

 

5. Estas coisas deviam interessar aos ideólogos da "ajuda".



por Henrique Raposo às 16:52 | link | partilhar

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Henrique Raposo
Rui Ramos
Livros






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