


Coluna de hoje do Expresso online:
(...)
Como é possível existir uma união quando a social-democracia nórdica é percepcionada pelo sul da Europa como "neoliberalismo" (i.e., fascismo-que-veste-Armani)?
(...)
Como é possível concebermos as eurobonds quando - a montante - ainda é dificílimo fazer uma harmonização de políticas?
Querem perceber as Américas? Têm de ler o Andrés Malamud, um dos indivíduos mais inteligentes com residência em Portugal (uma categoria altamente científica que acabei de inventar). E isto não é amiguismo.
"In the last twenty years a number of Western statemen have been dubbed either 'fathers of European unity' or 'fathers of the Atlantic Alliance'. Not one of them deserves this title: it belongs to Stalin. Without Stalin and his agressive policies, without the threat with which he confronted the free world, the would never have been born and the movement for European unity, embracing Germany as a integral part, would never have had the astonishing sucess which it has in fact enjoyed. In both cases, a defensive reflex was at the root of these great achievements".
Spaak, p. 141

O medo de Stalin iniciou a integração europeia. O medo da China e das implicações de um mundo pós-europeu completará esse ciclo de integração?
1. Uma empresa
2. Uma empresa de média que contrata espiões e ex-governantes.
3. A futura Face Oculta deste governo.
4. Os ninjas da maçonaria

Na história do Benfas, qual é o jogador mais parecido com Witsel?
a) Jaime Graça
b) Coluna
c) Thern
d) Kulkov

Coluna de hoje do Expresso online:
(...)
Ver o mundo pelos olhos do BE começa a ser um pouco indigesto.
Há dias, uma peça passava a seguinte mensagem mui edificante: há crise, logo, as pessoas metem gasolina e fogem sem pagar. Durante dois ou três minutos, um telejornal andou a marinar nesta patranha de extrema-esquerda que explica tudo através da crise. Não, não é a falta de vergonha que leva uma pessoa a roubar gasolina. Não. É a crise.
(...)
Cara Milf-condutora-de-Mercedes, aquelas listas brancas não formam uma instalação pós-moderna, formam uma passadeira para peões. Da próxima vez que v. passar a sua máquina teutónica por cima do meu pé, eu irei atrás de si, ao pé coxinho, é certo, qual Saci-Pererê, e tratei do seu carro com enorme carinho, assim num estilo favelado, está a compreender?

Michael Fassbender mostra aqui que isto não é pra todos.




