Sábado, 30 de Abril de 2011
Um optimismo redentor que só podia ser católico



por Henrique Raposo às 20:25 | link | partilhar

O melhor futebol que se jogou em Portugal nos últimos - muitos - anos

 

 

 



por Henrique Raposo às 15:38 | link | partilhar

Ma'man

 

"A larga experiência acumulada no estrangeiro e as oportunidades aliciantes de que aí desfrutou - sendo Mme. de Stael apenas a sua amante mais famosa".

 

"O conservadorismo inglês, tão distinto da obstinação reaccionária que ele encontrava na maior parte da velha aristocracia portuguesa, foi sempre o seu modelo".



por Henrique Raposo às 15:10 | link | partilhar

Lembrar 2009

1. No Expresso, ótimo trabalho de Filipe Santos Costa (com bonecos de Cristiano Salgado) a relembrar os debates de 2009. Está lá tudo. É só ir rever os ditos. Em 2009, Sócrates dizia que falar em "endividamento" era bota-abaixismo e confundia endividamento com recessão. 

 

2. Em 2009, escrevi este resumo dos ditos debates. Dois anos depois, não mudo uma linha.



por Henrique Raposo às 14:58 | link | partilhar

Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
QILF POLITICS



por Henrique Raposo às 21:06 | link | partilhar

O "i" está lá


Devem ser pouquinhos, não devem vender o que mereciam vender, estão desfalcados na opinião, perderam uma direcção inteira, no fundo, não vivem num mar de rosas, mas, mesmo assim, a equipa do "i" continua a fazer o melhor diário. E não estou a falar do aspecto (se não sabem, o "i" é o jornal mais catita do mundo), estou a falar da substância. Podemos ler um número do "i" várias dias depois. Por exemplo, li hoje o número de 22 de Abril, e estava lá um dos melhores trabalhos dos últimos tempos: "Portugal, esse velho neurónico" (António Rodrigues e Kátia Catulo). Nesta peça, podemos ver como é patético o pessimismo apocalítico dos portugueses. Patético. Portugal tem o mesmo grau de pessimismo da Líbia e da Serra Leoa. Com ou sem crise, isto revela uma doença terminal na nossa cultura, na nossa autopercepção.



por Henrique Raposo às 14:22 | link | partilhar

Há imparcialidades e imparcialidades

 

Com o devido respeito (e é muito), Proença de Carvalho devia evitar fazer comentários políticos, devia evitar dar opiniões públicas sobre o actual momento do país. Não se pode ser advogado de José Sócrates de manhã e comentador imparcial à tarde.



por Henrique Raposo às 13:05 | link | partilhar

Even if god is dead, you're still gonna kiss his ass

 

"Uma dose de pessimismo recorda-nos que a grande arte não aparece facilmente, que não existe fórmula para a produzir, e que a criatividade só faz sentido se também houver regras que a limitem. Essas regras não são arbitrárias nem inventadas. Tal como a sintaxe da harmonia tonal, evoluíram do diálogo ao longo de séculos entre o artista e o público (...) as regras podem ser quebradas mas primeiro têm que ser incorporadas. Respeitamos a quebra das regras por Schoenberg em Pierrot Lunaire, em parte porque estavam a ser quebradas pelo compositor de Gurrelieder e Verklarte Nacht. Não respeitamos a quebra aleatória de regras por alguém como Tracey Emin, que parece nunca as ter dominado".



por Henrique Raposo às 12:31 | link | partilhar

Estratégia de Sócrates: a dívida compra votos

A coluna de hoje do Expresso online:

 

(...)

 

Isso é ser ingénuo. Isso é pensar que a democracia escolhe quem tem razão.



por Henrique Raposo às 10:45 | link | partilhar

Quem gosta de literatura-de-viagem tem de ler isto



por Henrique Raposo às 09:01 | link | partilhar

'brigado, sr. "injenheiro"

http://4.bp.blogspot.com/-6OBeWMVpapg/Ta5vsV7htXI/AAAAAAAAB7U/BpkWs4zkn64/s1600/dividaexternaLiquida1990-2010.png



por Henrique Raposo às 08:38 | link | partilhar

Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
A escola de comentário portuguesa

Qual é a crítica mais comum a Passos? Não é cínico, é ingénuo, é um menino do caraças. Passos não é criticado pelas ideias que apresenta. Nada disso. Criticam-no, porque, imaginem, o homem é ingénuo (a coisa dos tiros nos pés) e porque não transformou o PSD numa coisa norte-coreana. E, no seguimento lógica da coisa, Sócrates continua a ser elogiado ("ah, ele é duro"), porque precisamente é um monstro de cinismo e calculismo. É o tipo que destruiu o nosso futuro próximo. É o tipo que mais atacou a liberdade de imprensa. Mas "ah, foda-se, é um gajo duro". Quando é que Portugal passou a ser esta coisa cínica?

 

A política não é pra meninos, sim senhora, mas há limites para a orgia de cinismo. E depois há um pormenor: analisar política não é o mesmo que fazer política. A crónica, o comentário, etc. devem ser feitos numa lógica exterior ao poder, numa lógica de foder o poder de alto a baixo. Mas, em "Lesboa", quem analisa o poder pensa como se estivesse no poder. É esta a nossa miséria, digamos, cultural: quem escreve, quem pensa, quem analisa não quer foder o poder. No máximo, quer foder com o poder.



por Henrique Raposo às 16:13 | link | partilhar

Mas Portugal está transformado numa Hungria de 1960?

Sócrates levou o PS inteiro para o fórum TSF, numa acção de propaganda sem nome. O que esperar? Que os portugueses se sintam insultados na sua inteligência. Isto é uma vergonha para o PS e para o jornalismo português. Os media devem ser um contra-poder. Em Portugal, os media têm sido amplificadores da propaganda do poder.



por Henrique Raposo às 15:58 | link | partilhar

Livro de estilo do jornalismo português: "sim, o Sócrates é mau, mas a direita é uma filha da puta" (IV)

Pelos vistos, apenas a RTP e a RR estão a dar o devido destaque às declarações de Carlos Costa? Alguém me explica a razão de ser deste constante fellatio a Sócrates? Alguém me explica por que razão as redacções protegem sempre o PS? O mesmo PS que arruinou o país. O mesmo PS que tem como líder o tipo que mais desprezou os jornalistas. Alguém pode fazer o favor de me explicar esta merda, não?



por Henrique Raposo às 10:37 | link | partilhar

A resistência do CDS

Coluna de hoje do Expresso online



por Henrique Raposo às 10:30 | link | partilhar

autores
Henrique Raposo
Rui Ramos
Livros






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