Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010
The Hitcher

 

Um dos filmes da minha infância. Passa daqui a pouco no Hollywood. Como sempre, tenho medo de rever. Tenho medo que o revisão adulta estrague a boa memória que guardei do filme, e, sobretudo, do momento em que o vi. Foi num sábado à noite, no canal 1 (só podia, na altura), com o meu pai. No dia a seguir, eu fui o puto mais cool do bairro, porque mais ninguém sub-10 teve autorização para ver semelhante filme de terror. Há uns meses, preferi não rever (e acho que escrevi um post igual a este). Acho que hoje vou, finalmente, rever.



por Henrique Raposo às 21:21 | link | partilhar

No país onde a "fuga da realidade" é igual a "patriotismo"

Por tudo isto, continuar a dar a entender que é patriótico alimentar uma confiança cega na nossa economia e que é contra os nossos interesses confrontar-nos com a verdade é uma das coisas mais irresponsáveis que ouvi.


Jorge Brito Pereira



por Henrique Raposo às 17:46 | link | partilhar

Arthur Penn (1922-2010)

Little Big Man



por Henrique Raposo às 16:03 | link | partilhar

Sempre a PT. E lembrar a TVI

1. Mau. Então a PT é do Estado? O governo que não sabia do negócio TVI, é o governo que mete dinheiro da PT nos cofres do Estado para tapar buracos?

 

2. Não sei se esse medida faz ou não sentido, se é ou não legal (segundo padrões europeus). O ponto é: alguém ainda acredita que Sócrates não conhecia as negociatas em redor da compra da TVI?



por Henrique Raposo às 15:36 | link | partilhar

A crise 2008 matou o socialismo

Em Outubro de 2008, quando meio mundo falava da morte do liberalismo e da emergência da socialismo 2.0, escrevi esta porcaria neo-qualquer coisa: "A falência do socialismo". Foi preciso esperar 24 meses para que o PS percebesse isto.

 



por Henrique Raposo às 12:23 | link | partilhar

O "29 de Setembro"

.



por Henrique Raposo às 11:08 | link | partilhar

Portugal, esta é a realidade. Realidade, este é Portugal

I. Até 29 de Setembro de 2010, a luta girava em torno de uma coisa: forçar Sócrates (e o país) a olhar para a realidade. A luta passava por retirar o PS (e o país) do denial em que se encontrava. O estado de negação acabou ontem. A bolha ideológica e mediática que Sócrates criou à volta do país, impedindo o choque de Portugal com a realidade, rebentou ontem. As medidas apresentadas por Sócrates e Teixeira dos Santos, sobretudo do lado da despesa, poderiam ter sido apresentadas ao longo dos últimos meses. Quando, em Novembro de 2009, a Irlanda cortou 20% na função pública, ficou claro que algo parecido ia acontecer a Portugal. Mas José Sócrates, como sempre, mostrou-se incapaz para sair da sua bolha do power point e das agências de comunicação. Até ontem.

 

II. Agora, a luta passa a ser esta: temos de repensar este statu quo, que é manifestamente insuportável. Que Estado Social podemos e/ou devemos ter?

 

(...)


Expresso online



por Henrique Raposo às 08:22 | link | partilhar

O BES não deixa?

Uma empresa que exporta continua a pagar mais impostos do que um banco. Isto, parece-me, não faz muito sentido.



por Henrique Raposo às 00:29 | link | partilhar

Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010
A petulância. A ideia de que estão acima do bem e do mal, mesmo quando estão a afundar um país

“o povo tem que sofrer as crises como o Governo as sofre”.

Almeida Santos



por Henrique Raposo às 22:54 | link | partilhar

Os três Sócrates. O José, o Joseph, e o Zé. Isto é demais, pá.

Primeiro-ministro tem três currículos oficiais diferentes. José Sócrates aparece como fundador da JSD e licenciado em Coimbra no currículo oficial fornecido a uma universidade dos Estados Unidos.

 

 

Mas Sócrates tem um MBA do Iscte? Como?



por Henrique Raposo às 11:03 | link | partilhar

Olha, outro perigoso neoliberal fascista
Mário Soares


por Henrique Raposo às 09:54 | link | partilhar

O PS quer o FMI?

(...)

O país inteiro está em cima de uma montanha de dívida, que não pára de aumentar, e aquilo que a elite discute é o aumento de impostos? Mas o spin de Sócrates é mais forte do que a realidade?

 

III. Como é óbvio, este cenário surreal inventou outra teoria linda: é a crise política dos últimos dias que está a fazer disparar os juros da nossa dívida. Esta teoria é genial, mas tem vários problemas. Os juros já estavam a subir desde final de Agosto. Porque os juros sobem não por causa de guerrinhas verbais (se assim fosse, os juros da Holanda estavam nos 10%), mas por causa de factos económicos bem concretos:

- Portugal tem o maior endividamento externo da UE (muito acima dos 200% do PIB)

- Portugal tem uma dívida pública imensa (85% do PIB, sem as tais parcerias público/privadas; com as PPP, vai até que marca? 110%, 120%?).

- Portugal não consegue mexer nos problemas estruturais que impedem um crescimento económico sustentável (código laboral, lei das rendas, justiça).

- Tudo isto quer dizer que Portugal não vai sair do crescimento reduzido dos últimos dez anos (a baixo do 1%), e, por isso, os credores começam a pensar que não vamos conseguir pagar aquilo que eles nos emprestaram.

IV. Sem um orçamento que ataque isto de frente, os juros da dúvida não vão parar de aumentar. A ideia de que temos de aprovar um qualquer orçamento é suicidária. Um orçamento que não ataque a despesa e que aumente impostos é o melhor caminho para chamarmos o FMI. E começo a achar que é isso que o PS quer.

 

 

Expresso online



por Henrique Raposo às 09:22 | link | partilhar

Terça-feira, 28 de Setembro de 2010
A irresponsabilidade, a incompetência de um partido que está no poder há 15 anos

Défice das administrações públicas agrava-se para 9,5%



por Henrique Raposo às 17:25 | link | partilhar

OK, vamos governar de acordo com a OCDE

Além dos impostos conjunturais para agora, isso implica:

 

- Acabar com as grandes obras.

 

- Controlar o peso do Estado na economia.

 

- Flexibilizar o código laboral.

 

- Cortar na despesa pública, mesmo naquela que é vista como "intocável".

 

 

Por mim, está óptimo. Vamos lá governar de acordo com a OCDE, que não é o mesmo que governar de acordo com os amigos-socialistas-mexicanos-que-aterram-na-Portela-para-fazer-um-favor-aos-camaradas-de-Lisboa.



por Henrique Raposo às 17:10 | link | partilhar

Passou dos 6.6%

Meus amigos, só há um caminho: cortar a sério na despesa. A sério. Podem aumentar todos os impostos que não chega. É preciso cortar a sério na despesa. Cortar violentamente, como dizia Silva Lopes.



por Henrique Raposo às 17:01 | link | partilhar

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Henrique Raposo
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