Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Gesellschaft

 

 



por Henrique Raposo às 22:51 | link | partilhar

Gemeinschaft

 

 



por Henrique Raposo às 22:45 | link | partilhar

Há dois tipos de pessoas: aqueles que leram "A Estrada", e aqueles que não leram

 

Sobre o livro da década, ler aqui Luís M. Jorge, aqui o Bruno Vieira Amaral, e depois perguntem ao Tiago Cavaco por que razão disse "é isto" depois de ler o livro.



por Henrique Raposo às 20:02 | link | partilhar

Este homem tem de ir à África do Sul

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por Henrique Raposo às 17:33 | link | partilhar

Domingo, 29 de Novembro de 2009
Um "castrato" rouco, e genial



por Henrique Raposo às 14:11 | link | partilhar

Sábado, 28 de Novembro de 2009
A Víbora

No último sábado, José António Saraiva contou ao Correio da Manhã uma história macabra: por causa de uma notícia desagradável para o Governo, um banco privado quase lhe fechou o jornal. Passou uma semana, e foi só isso que passou: uma semana. Já estaremos habituados a que a vida é assim em Portugal?

Mas não convém reduzir a questão só a este Governo. O Estado que temos em Portugal – centralizado, autoritário, pesado, omnipresente – é próprio de uma ditadura, não de uma democracia. Tal como ninguém sabe ao certo quantos funcionários públicos existem, também ninguém sabe ao certo onde começa e acaba o Estado: há empresas aparentemente privadas que, segundo percebemos agora, são tentáculos do Estado. O Estado rodeia-nos, controla-nos, espreita-nos, mete-se em tudo, isola-nos uns dos outros – e, através dele, os Governos recompensam quem os serve e punem quem os incomoda. Com este Estado, talvez o Dr. Salazar não tivesse precisado de PIDE e de censura.

Há trinta anos que andamos a fingir que pode haver direito e pluralismo onde quem fala corre o risco de ser castigado e onde para fazer negócios é preciso pôr dinheiro em envelopes. A democracia portuguesa vive com uma víbora sobre o peito. Só não nos morde se estivermos muito quietinhos e formos bem comportados. É assim que queremos viver, quietinhos e bem comportados?

 

Correio da Manhã 27.11.2009



por Rui Ramos às 14:47 | link | partilhar

Gesellschaft

 

 

PS: Hoje, se algum artista dissesse o que Dean Martin diz aqui, tinha a carreira destruída logo ali. Somos muito livres, nós.



por Henrique Raposo às 14:15 | link | partilhar

Gemeinschaft

 

 



por Henrique Raposo às 13:22 | link | partilhar

Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
A menina dança?

 

 



por Henrique Raposo às 21:01 | link | partilhar

Quando a própria lei é usada para proteger a corrupção

As leis penais são frequentemente mudadas para evitar que alguma vez o nosso poder judicial possa efectivamente criar problemas ao poder político. Já ninguém fala da famosa lei de política criminal, que foi anunciada ao mundo em 2007 como a solução milagrosa para a investigação criminal em Portugal. Na verdade, a única função dessa lei foi governamentalizar até onde possível a investigação criminal para precisamente evitar uma operação tipo "Mãos Limpas."


Nuno Garoupa, Jornal de Negócios



por Henrique Raposo às 19:54 | link | partilhar

Como é?

Suspeitos foram avisados das escutas

 

 

Depois da capa de hoje e depois da entrevista ao CM, a coisa é simples: ou José António Saraiva é um doido inimputável, ou Saraiva está a falar verdade e o PS tem de arranjar outro primeiro-ministro. O Ministério Público tem de dar a resposta a esta dúvida.



por Henrique Raposo às 10:03 | link | partilhar

Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Gesellschaft

 

 



por Henrique Raposo às 17:46 | link | partilhar

Gemeinschaft

 

 



por Henrique Raposo às 17:02 | link | partilhar

Avó

 

"Pequenino como eu era, sentir [...] que ali, numa ombreira de janela, num corrimão de escada, nas lárias enegrecidas pelo fogo da cozinha, se mantinha secreta mas viva a marca das gerações, a lembrança de todos os avós que como eu tinham também sido netos"

 

 



por Henrique Raposo às 14:38 | link | partilhar

Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Foram os espanhóis, não foram?

 

E agora? Agora, as eleições já se fizeram. Uma espécie de democracia, com uma espécie de primeiro-ministro.

Onde estão agora as alminhas que, há dois meses, juravam que tinham sido os espanhóis?



por Henrique Raposo às 23:14 | link | partilhar

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Henrique Raposo
Rui Ramos
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