Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
O livro da década

 

The Road is our book of the decade; but it will outlast that judgment, too. It is a work of force and dark brilliance, a perfect expression of the early 21st-century’s terrors —- and of the hope we must all have that we shall not destroy ourselves, nor yet be destroyed.

 

Times

 

 

Como já aqui escrevi (um, dois), ler este livro é um acto religioso, no sentido literal do termo. O Tiago Cavaco também acha.

 



por Henrique Raposo às 19:49 | link

O PS não sabe governar

P. S. Em 2009, ano de eleições, foram criadas mais 24 mil vagas na função pública, o triplo de 2008. Adivinhem quem paga a conta?


André Macedo



por Henrique Raposo às 18:58 | link

As pessoas lá dentro da RTP não se questionam sobre isto?

SIC e TVI abrem os telejornais das 8 com o orçamento rectificativo. A RTP com o apuramento da selecção nacional. Prioridades - o povo precisa de circo quando não tem pão.

 

PPM



por Henrique Raposo às 16:31 | link

Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
A corrupção, a criminal, começa aqui nesta "corrupção institucional"
 
Pedro Santos Guerreiro, Jornal de Negócios.


por Henrique Raposo às 12:22 | link

Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
A cabala chega ao estrangeiro


Mário Soares acha que a Face Oculta é coisa sem importância. Pois, a coisa boa de uma democracia aberta é que não temos de ligar ao que diz o Dr. Soares. Portugal está ligado a instituições internacionais que medem aquilo que se passa no país. Na semana em que Soares diz que isto não tem importância, caímos para a 35.ª posição na Transparency Internacional. Mais um brinde da Era Sócrates. Se calhar, o Dr. Soares ainda vai considerar que a Transparency International também faz parte da cabala que alguém montou contra o PS. 



por Henrique Raposo às 20:51 | link

Muito bom

Este post da Rititi



por Henrique Raposo às 19:25 | link

Quando há tantos Varas, não é possível cortar no Estado

... por mais qualidades que tenha, Teixeira dos Santos foi incapaz de corrigir os graves problemas estruturais e os défices crescentes do país. Portugal continua a gastar o que não tem e insiste na linha estatizante - linha essa que encontrou na crise a justificação económica e filosófica para se tornar ainda mais ortodoxa.
...
 

O problema é que Teixeira dos Santos sabe o que faz, mas não fez o que podia. Foi incapaz de impor uma mudança de atitude tão importante como reduzir a despesa pública: a urgência de afirmar de uma vez por todas que a economia - emprego, crescimento - resultam do esforço que os portugueses fizerem todos os dias e não do que o Estado quer ou deixa de querer. Avançar, arriscar, investir, inventar, criar - são tudo verbos em desuso. Quando aparecem excepções, lá surge o peso e a absurda teia fiscal a hipotecar o que deveria servir para reinvestir. O novo código contributivo que chega em Janeiro é mais uma montanha no caminho da prosperidade e da iniciativa privada.

 

André Macedo, editorial do "i"



por Henrique Raposo às 10:43 | link

O milagre dos trevos para o dr. Sócrates

Os casos acumulam-se. É a licenciatura domingueira. É a engenharia chico-esperta na Guarda. É o apartamento na Braamcamp. É o empresário da comissão de honra que desaparece. É o 'Face Oculta'. É o já esquecido Freeport. Mas aposto que é tudo uma questão de azar. Sócrates tem tido azar. É só isso. Sócrates, coitadinho, está sempre no local errado à hora errada. Alguém é capaz de dar um trevo de quatro folhas ao pobre homem? Faça-se o milagre dos trevos, por favor.

 

 



por Henrique Raposo às 10:06 | link

Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Estado da arte

Mas a questão mais importante para mim, e suponho que para a maioria dos portugueses, não é saber se as escutas são legais, mas se o primeiro-ministro teve conversas inaceitáveis com Armando Vara à luz de um Estado de direito.

 

João Miguel Tavares

 

 

Se Sócrates respeitasse estes valores, reagiria com humildade democrática. Para nossa inquietação, veio uma vez mais confundir tudo e misturar esferas distintas de responsabilidade: acusar magistrados independentes de "espionagem política" e cidadãos preocupados que exigem escrutínio político de destruírem a presunção da sua inocência. Não sei se cometeu crimes. Mas a responsabilidade política tem de a assumir. A sua credibilidade esgotou-se.

 

Pedro Lomba



por Henrique Raposo às 20:29 | link

Ler isto faz bem à pele



por Henrique Raposo às 15:04 | link

Ler, sff

Ler aqui Diz que é uma espécie de democracia liberal, Sérgio dos Santos



por Henrique Raposo às 14:21 | link

O ódio dos "tolerantes"

 

 

No "Caipirinha de Aron", coloquei uma velha crónica sobre o debate do aborto, ou melhor, sobre o velho ódio dos "tolerantes" a tudo o que é católico. Se substituírem “aborto” por “casamento gay”, têm um texto sobre a polémica actual.

 

Ódio mascarado de virtude
Ao longo do debate sobre o aborto, o velho jacobinismo português andou à solta. E assim pudemos ver, ao vivo e a cores, aquele ódio mascarado de virtude que anima os sectores anti-católicos da sociedade portuguesa.
Podemos e devemos criticar os católicos, tal como se critica qualquer outro credo. Apesar de pensarem que têm acesso a um outro mundo, os católicos são mesmo deste mundo. São homens reais que podem estar errados nuns pontos, mas que podem, com certeza, estar certos noutros. Ora, não é isto que faz a brigada jacobina em Portugal. Os nossos jacobinos transformam a Igreja Católica no Mal que caminha sobre a terra; o catolicismo é visto como uma coisa não-humana, quase anti-natural, uma sarna que deve ser expurgada. Este ateísmo jacobino retira aos católicos a sua dimensão terrena, ou seja, os católicos deixam de ser homens concretos, e passam a representar o “Obscurantismo” que tiraniza a sociedade portuguesa.
A polémica sobre o aborto foi mais uma desculpa para os nossos mui tolerantes jacobinos canalizarem este ódio contra os católicos. Aliás, as “causas fracturantes” são capas virtuosas destinadas a esconder o ódio visceral que muita gente ainda tem contra os católicos. Na rua e na televisão, muitas pessoas gritam a “favor da liberdade de escolha das mulheres”, mas isso, na verdade, é apenas uma forma virtuosa de mascararem o velho ódio que reza assim: “o catolicismo deve ser combatido”.


por Henrique Raposo às 12:05 | link

O pesadelo Sócrates

Crónica do Expresso: "A Era Sócrates"

 

[...] E, enquanto espero (sentado) pelo MP, tenho a dizer que irei festejar o dia em que Sócrates cair do poder. Festejarei esse dia com uma alegria límpida e incontida. Nesse dia, a nossa democracia respirará melhor, apesar do deserto institucional que teremos pela frente [...].

 

 



por Henrique Raposo às 11:32 | link

Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Sócrates ficará na história só por causa disto. E por mais nada

Claustrofobia now

 

Muito bem lembrado pelo RAF.



por Henrique Raposo às 22:34 | link

Meu bendito voto nulo, reloaded

1. O FNV tem toda a razão. O estado de direito português viciou uma eleição legislativa através da sua inacção propositada.

 

2. Estamos a falar do estado de direito que permite isto: uma procuradora fez parte da comissão xpto de Soares em 2006. Essa procuradora é depois responsável pelo caso Freeport.

 

3. Estamos a falar do país onde o PM pode dizer, numa entrevista, qualquer coisa como isto: "oh, meu deus, eu até tenho juízes amigos, e alguns até estão no meu governo". O PM diz isto e não se passa nada. Ninguém acha estranho.

 



por Henrique Raposo às 21:30 | link


autores
Henrique Raposo
henrique.raposo79@gmail.com

Rui Ramos
Livros


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